O PAÍS QUE EU NÃO QUERO

Recebi, li, gostei, concordo e compartilho:

“A Globo está convocando a população a enviar vídeos de lugares bonitinhos ao fundo, no qual, você, arrumadinho, bem sorridente, deverá dizer sobre o “País que você quer“. E, assim, ela dá início a sua campanha política, cutucando os internautas a terem os seus 15 segundos de fama para montar a sua base, cheia de gente bonitinha em lugares bonitinhos. Que bonito, hein?

Peço aos vaidosos de plantão que não se deixem seduzir pelo chamamento à vaidade e façam muitos, mas muitos mesmo, muitos vídeos com o real cenário do que temos no momento, ou seja, lotem a caixa deles com as imagens dos hospitais falindo, suas filas, e todas mazelas que não deveriam existir, inclusive a de desempregados.

Mostrem o sucateamento da nossa polícia, de sua frota, dos seus equipamentos e armamento; A decadência do ensino e abandono das escolas. Mostrem as imagens dos arrastões, dos assaltos, de toda a falta de segurança que temos.

Mostrem as avenidas e ruas esburacadas, viadutos sem manutenção, ruas sem asfalto, iluminação, áreas alagadas, áreas em total abandono, esgoto a céu aberto, mendigos que povoam as ruas, preços exorbitantes, invasões de terras…  Enfim, tudo o que estamos vivendo, inclusive, o mau atendimento que temos daqueles que deveriam lembrar de que somos nós que pagamos o seu salário, é o mínimo que eles podem oferecer é a educação no trato com as pessoas.

Vamos inverter o tema para o “O país que eu NÃO quero” e manda ver nos vídeos. Se eles querem cenas bonitinhas para fazerem as suas matérias, que façam sozinhos. Se é para o povo ajudar, que seja para mostrar o que eles não querem ver.

Vamos mostrar o País que não queremos mais e que as mídias ajudaram a construir iludindo as massas. É hora de devolver!”

VAMOS VIRALIZAR ESTA MENSAGEM EM TODAS REDES SOCIAIS.

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PREGANDO COM O CORAÇÃO PARTIDO

Recebi e compartilho, o importante texto, de autoria de John Piper, que serve para todos, mas principalmente para líderes, pregadores, pastores e aqueles que amam a pregação e exposição da Palavra de Deus. Ele que serviu durante mais de 33 anos no ministério pastoral e, tornou-se também, um destacado autor, escreveu o seguinte artigo:

“Todos enfrentam adversidades e precisam encontrar maneiras de perseverar através dos momentos difíceis da vida. Todos precisam se levantar e fazer café da manhã e lavar roupas e ir trabalhar e pagar as contas e disciplinar as crianças e continuar, de forma geral, com a vida, mesmo quando o coração está partido.

Mas com pastores é diferente – não totalmente diferente, mas diferente. O coração é o instrumento da nossa vocação. Spurgeon disse: “Nosso trabalho é mais do que mental – é o trabalho do coração, o trabalho do íntimo de nossa alma”. Então, quando nosso coração está partido, devemos trabalhar com um instrumento quebrado. Pregar é o nosso principal trabalho. E a pregação é um trabalho do coração, não apenas um trabalho mental.

Então, a questão para nós pastores não é apenas como continuamos a viver quando o casamento está insosso e uma criança fugiu e as contas não fecham e os bancos da igreja estão vazios e os amigos nos abandonaram. Para nós, a questão é mais do que como continuar a viver; é: como continuar a pregar? Sobreviver à adversidade é uma coisa; continuar a pregar, domingo após domingo, mês após mês, quando o coração está pesado é outra muito diferente.”

Creio que vale a pena refletir neste sentido, diante dos fatos, que tem acometido vários líderes, neste tempo, com o propósito de ajuda-los.

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