DEUS, SALVE O BRASIL

BREste é o mês da pátria! No dia 7 de setembro, comemora-se o Dia da Independência com desfiles, bandas de músicas, shows de artistas, inaugurações e também manifestações partidárias, principalmente diante das últimas decisões na esfera política e governamental no país. Isso é democracia!

Porém, quando olhamos para o Brasil, não é difícil percebermos que o nosso país clama por uma esperança. Há um grito angustiante sufocado na garganta do nosso povo. Do norte ao sul existem lágrimas, sofrimentos, angústias, fome, miséria, pobreza, desgraça e o pecado parece tomar conta de milhares de corações brasileiros, desde os mais novos até os mais velhos; desde o homem da cidade até o homem do campo; desde os mais humildes até os considerados grandes e poderosos. Existe decepção com os governantes diante da corrupção, das mentiras e desrespeito aos valores familiares, éticos e sociais do nosso povo.

Neste mês da pátria, como igreja de Jesus Cristo, os nossos olhares se voltam  para o povo brasileiro, que precisa se libertar da falsa religiosidade. A igreja mais uma vez é chamada a proclamar a verdadeira esperança ao desafio desta pátria, que mesmo diante das crises, já começa a vencer os obstáculos e superar as barreiras, pois o brasileiro nunca desiste. Participemos desse esforço, anunciando à pátria que Cristo é a única esperança e orando: Salve Deus a minha pátria, esta pátria do Brasil. Amém.

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OLIMPÍADA DA VIDA

Após uma abertura fantástica com criatividade, organização, sincronia nos movimentos e utilização de alto padrão de tecnologia, iluminação e queima de fogos, a cidade do Rio de Janeiro recebeu as olimpíadas de 2016.arcos

As críticas, como sempre, acontecem antes, durante e, com certeza, após a realização da mesma. Isso faz parte do jogo e ocorre no próprio país que recebe os jogos, além de parte da imprensa internacional. Isso sempre foi assim.

Nas olimpíadas do Rio de Janeiro, algumas curiosidades são destacadas. Serão distribuídas 306 medalhas no total; são 42 as modalidades de esporte em disputa;  ao todo, são 10.900 atletas de 204 países disputando medalhas; a vila olímpica é composta por 31 prédios residenciais, divididos em sete condomínios, e no total serão comercializados 7,5 milhões de ingressos, divididos em quatro categorias diferentes.

O significado de jogos olímpicos como estes, que acontecem a cada quatro anos em países e continentes diferentes, sempre tem como proposta unir as nações através do esporte, num clima de confraternização e alegria. Isso é muito bom para o mundo.

Para os atletas que se prepararam nos últimos anos e participam deste acontecimento, alguns sairão vitoriosos, outros decepcionados, tristes e frustrados, pois apesar de todo esforço e dedicação, não alcançarão o esperado.

Na olimpíada da vida, o quadro se repete, numa proporção infinitamente maior. Assim nos adverte a própria Bíblia: “Vários atletas correm, mas apenas um vence. Correr para vencer: é para isso que os bons atletas treinam duro. Eles fazem isso por uma medalha de ouro, que perde o brilho e o valor… eu estou correndo a toda velocidade rumo à linha de chegada. Estou dando tudo de mim, para receber uma medalha que dura para sempre. Por isso corro direto para a vitória final.” (I Coríntios 9.24-27 – A Mensagem).

A Grécia antiga era conhecida pelos famosos jogos. Na cidade de Corinto todos conheciam bem a liguagem dos esportes. O Apóstolo Paulo usa esta figura para ilustrar e chamar a atenção para o fato de que a mera apresentação na largada não basta. É preciso levar a corrida com todo empenho até o alvo.

Na “Olimpíada da vida” o desafio é fazer assim como relata Paulo acerca de si mesmo quando declarou em Filipenses 3.12: “Amigos, não me entendam mal: não me considero um especialista no assunto, mas olhando para o alvo, para onde Deus nos chama – para Jesus. Estou correndo e não vou voltar atrás.

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LUZ NA ESCURIDÃO – UMA LINDA HISTÓRIA

“Um dia, um menino de 3 anos estava na oficina do pai vendo-o fazer arreios e selas. Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo. Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente Cegocego.

Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Frequentava a escola e todos se admiravam da sua memória. De verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas.

Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos. Aos dez anos, Louis chegou a Paris levado pelo pai, e se matriculou no instituto nacional para crianças cegas. Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases.

Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas. O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca. Queria mais.

Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema. Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro. A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.

Procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno. Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o.

Suportou muita resistência. Os donos do instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo. Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do instituto se interessavam. À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender.

Finalmente, aos 20 anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos. O método Braille estava pronto. O sistema permitia também ver e escrever música. A idéia acabou por encontrar aceitação.

Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo: “Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou“.  Dois dias depois de completar 43 anos, Louis Braille faleceu. Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países. Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam”.

Hoje, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) disponibiliza a Bíblia Braille e desenvolve, desde 1954, um programa cujo alvo principal são pessoas com deficiências visuais. Seu objetivo é promover, por meio da Bíblia, a inclusão social, facilitar o desenvolvimento cultural, oferecer apoio espiritual, estimular a alfabetização e promover a integração da pessoa com deficiência à vida comunitária. (http://www.sbb.org.br/nossos-programas/sociais/a-biblia-para-pessoas-com-deficiencias/).

(Transcrito)

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