2712620158_0f02c4fd5aHá pouco tempo ouvi alguém declarar: “Fulano de tal é a ovelha negra da nossa família.” Confesso que fiquei perplexo ao ouvir aquela declaração, pois se trata de um pensamento discriminatório e acima de tudo inconcebível, quando projetado numa visão espiritual do propósito de Deus para a vida do ser humano.

 A conhecida parábola da “Ovelha Perdida”, contada pelo próprio Jesus Cristo em Lucas 15, ilustra bem o seu grande amor, como o “Pastor Amado”. As parábolas eram ilustrações que Cristo contava para enfocar verdades espirituais, e nesta parábola a ênfase se concentra na persistência e no interesse de Deus, buscando o homem, até encontrá-lo e salvá-lo completamente.

 

Jesus, como o “Bom Pastor”, demonstra o seu amor buscando o ser humano, por mais perdido que possa parecer a sua situação. Ainda que ninguém mais acredite na sua recuperação, o Senhor Jesus, “…vai à procura da ovelha perdida até achá-la.”

 

Ele, como “Bom Pastor”, veio exatamente para “buscar o que se havia perdido”, e como nos declara a Bíblia, “…quando encontra a ovelha perdida, fica muito contente e volta com ela nos ombros.” Ele já pagou o preço do resgate!

 

Nenhum ser humano é de tal maneira uma “Ovelha negra ou perdida”, que não possa ser salva pelo “Bom Pastor”. Ele se entristece quando vê uma das suas ovelhas distante, mesmo que ainda tenha em seu rebanho outras novente e nove ovelhas. A recíproca desta sentença, também é verdadeira, pois “…assim há mais alegria no céu por um pecador que se arrepende dos seus pecados do que por noventa e nove pessoas boas que não precisam se arrepender.”

 

Numa linguagem “pastoril”, esta parábola ilustra que todos, como “ovelhas”, necessitamos de um reencontro com o Pai, e isso é possível por meio de Jesus Cristo, o “Bom Pastor” que nos conduz alegremente de volta ao seu “rebanho”, que é a família de Deus!

 

Que Deus o abençoe!