AMOR

Certo missionário cristão numa distante ilha do Pacífico teve de enfrentar toda sorte de dificuldades, antes de ver o seu trabalho começar a dar frutos. A sua igreja era formada de um pequeno grupo de fiéis que se reuniam numa palhoça por santuário. Em pouco tempo, porém, aquele “templo” tornou-se pequeno e um desafio foi feito àqueles crentes humildes para que um novo santuário maior fosse construído.

 O missionário desafiou o envolvimento de todos para a construção de um novo local de culto. No domingo seguinte, aqueles crentes humildes, mas fiéis, trouxeram tábuas, todo o tipo de madeira, pregos, arame, palha etc. Foi abençoador ver a disposição de todos, com sinceridade de coração, servindo ao Senhor com os seus poucos bens.

 Essa foi uma grande surpresa para aquele missionário, pois todas aquelas pessoas eram crentes novos na sua fé em Cristo Jesus.

 Na hora aprazada, uma fila de fiéis se formou e cada qual depositava sua oferta no altar do Senhor. Foi quando o missionário avistou no final daquela fila, uma pobre mulher, viúva e necessitada, porém, com as mãos cheias de moedas de prata. Ele ficou perplexo diante daquela cena e começou a se indagar como teria aquela mulher tão pobre conseguido aquelas moedas de prata.

 Quando chegou a vez da viúva, ele a afastou para o lado e a perguntou onde ela havia conseguido aquelas moedas. Qual foi a sua surpresa, quando a pobre mulher declarou entre lágrimas e soluços: “O senhor me ensinou que Jesus Cristo deu a sua vida por mim na cruz. Eu não tinha nada para ofertar, pois sou pobre, então resolvi me vender como escrava para o resto da minha vida e agora, tenho como oferecer a minha oferta de amor.”

 O que somos capazes de oferecer a Deus neste tempo? Qual a dimensão do nosso amor por Jesus Cristo e o seu Reino?

 Que Deus nos abençoe, para que tenhamos como oferecer a nossa vida como oferta de amor. Amém.

 (Transcrito da revista Portas Abertas).