kaka

O jornalista Juca Kfouri, em entrevista a Jô Soares, em seu talk show que vai ao ar diariamente pela rede Globo de televisão, elogiando o jogador Kaká, sua dedicação, talento e inteligência, teceu uma crítica à atitude sempre presente no craque, de dedicar seus gols a Jesus durante as partidas.  Kfouri criticou como negativa tal atitude e demonstrou entender que, ao fazerem assim, os atletas usam Jesus de forma indevida, como se Ele fosse desse ou daquele time. Deixe Jesus fora disso, solicitou.

 Imagine que num jogo de futebol haja atletas evangélicos nos dois times em campo. Um deles faz um gol e oferece a Jesus. O outro time empata logo em seguida, com um gol de um jogador evangélico também, o qual, de igual, oferece a Jesus o seu gol. Afinal, Jesus está em qual dos times?

 Esse me pareceu ser o raciocínio de Juca Kfouri.

Equívoco crasso.

 Ao apontar os dedos para céu e pronunciar o nome de Jesus, o atleta cristão não está agradecendo a Jesus por ter dado a ele uma mãozinha ou creditando a Ele o mérito do feito. Ao agir assim o jogador está, isso sim, dedicando, oferecendo a Jesus, a glória do seu gol. Como se dissesse: “Senhor Jesus, eu te ofereço este resultado do meu esforço honesto e honrado no meu trabalho, é para Tua glória.”

Desta forma, não importa em que time está o jogador evangélico ou se há evangélicos nos dois times; pois acima e independente das bandeiras dos times, a glória é sempre oferecida a Jesus.

 É assim que a Palavra de Deus aconselha: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. (I Cor. 10.31 RA). Tudo o que cristão faz deve ser dedicado para a glória de Deus.

 Desta forma o entendimento de Kfouri foi uma bola fora…

Mas a atitude de Kaká e de outros servos de Deus, missionários nos campos de futebol, é um golaço!

Mas… um golaço para a glória o Pai.

 (Lécio Dornas)