Em nossos dias, quase que diariamente somos impactados com notícias nos meios de comunicação, de verdadeiras tragédias em todas as partes do mundo, relatando casos assustadores de violência familiar que nos deixam perplexos. Crianças e mulheres têm sido as maiores vítimas, e essa violência não tem cara, nem cor, nem cultura, nem nacionalidade, pois como temos acompanhado no noticiário, esses fatos têm acontecido em países do Oriente Médio, da África, Ásia, Europa e América. São os mais óbvios direitos humanos sendo desrespeitados; a revelação dos “pais monstros”, que mantêm em cárcere privado suas próprias filhas, com as quais se relacionam por décadas, sem que os próprios vizinhos suspeitem; isso sem mencionar outros que assassinam suas vítimas, sepultando-as no interior de suas próprias residências. Em outros países do continente americano, temos notícias de adolescentes que, armados até os “dentes”, saem atirando contra os próprios colegas, nas escolas públicas de países do primeiro mundo, revelando assim suas crises e revoltas. No Brasil, agora mesmo, toda a sociedade tem acompanhado, através da cobertura jornalística, o julgamento de um casal acusado de jogar a própria filha pela janela do sexto andar do prédio onde viviam.

Não é a primeira vez que episódios como este acontecem, porém estes fatos têm abalado a estrutura emocional das nações, deixando sem respostas juristas, políticos, líderes religiosos, pais, filhos e toda a sociedade num único discurso: “Isso não pode continuar acontecendo!”.

Episódios assim trazem novamente a tona a dor e o sofrimento de famílias inteiras que gritam por socorro em nossos dias!

Há um grito de dor na humanidade de hoje, e como diz o apóstolo Paulo, “sabemos que toda a criatura geme e está juntamente com dores…porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus” (Romanos 8:19 e 22).Que, como Igreja, tenhamos como responder aos desafios das famílias do mundo neste tempo, através do poder do Evangelho de Jesus Cristo. Amém.