Muitos só começam a valorizar a vida quando esta deixa de apresentar sinais de saúde e são diagnosticadas enfermidades e moléstias, consideradas incuráveis pela ciência moderna, que com todo o seu aparato tecnológico e suas modernas pesquisas, procura superar a barreira da morte e garantir longevidade ao homem.

Nesta semana o mundo tomou conhecimento de mais um grande terremoto, desta vez ocorrido na Nova Zelândia. Como sempre acontece nestas catástrofes, diante de tanta tragédia, casos de “milagres de vida” são noticiados pela imprensa mundial, como o da mulher que foi resgatada após permanecer quase 26 horas presa sob uma mesa em um complexo de escritórios que desmoronou após o forte terremoto em Christchurch. O terremoto que já registrou dezenas de vítimas fatais. Ann saiu dos escombros ensanguentada, mas em condições de caminhar, e deu um emocionante abraço no marido. A multidão aplaudiu a ação de resgate. Histórias semelhantes foram registradas na recente catrástrofe das enchentes, na região serrana do Rio de Janeiro e nos deixam a todos emocionados.

A essência da existância do homem se concentra na conquista da vida. Fazemos tudo para conquistá-la e muitas vezes estamos dispostos a pagar qualquer preço para adquiri-la, ainda que isso seja impossível, pois a verdadeira vida não é comprada, mas presenteada.

Platão, o grande filósofo e um dos pensadores mais influentes de todos os tempos, disse certa vez o seguinte: “Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz”, porém muito antes, o próprio Senhor Jesus Cristo já havia declarado: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” (João 3:12). Agora, a decisão é sua!