Tempos atrás li uma matéria na revista “Isto é”,  com o título: “Ela enxerga longe”. A matéria relatava sobre “uma vidente brasileira, que conquistou Nova York recebendo o espírito de Zé Pilintra – um boêmio pernambucano que passou a vida nos arcos da lapa, no Rio de janeiro e morreu em 1913. A vidente transformou seus poderes mediúnicos em um empreendimento lucrativo. Sua renda declarada era de US$ 35 mil por mês. Na região do Queens, ela comprou uma casa de três andares, onde ergueu um terreiro de Primeiro Mundo. Para sustentar esse aparato que empregava o marido, uma secretária e os seis filhos, mantinha sempre em dia uma agenda de clientes carregada de nomes famosos, influentes e endinheirados. Cerca de 40% da clientela era formada por hispânicos residentes nos EUA. Outros 30% eram brasileiros e 30% americanos. Seus arquivos revelavam que em Nova York a guru brasileira já tinha atendido 30 mil pessoas.” A reportagem dizia: “Ela enxerga longe”.

Por que, nós, como povo de Deus, não enxergamos os “campos que já estão brancos para a ceifa” ? No seu livro: “…Até aos Confins da Terra” a autora diz que “o cristianismo tornou-se a maior religião mundial unicamente através dos esforços incansáveis de seus missionários, um fator que mudou a história do mundo. A história de missões é a história das vidas que Deus utilizou para transformar o mundo”. Ruth Tucker diz que “falar de missões é pintar os retratos daqueles que atravessaram fronteiras geográficas, culturais e linguísticas para levar a mensagem de Cristo, desde os primeiros séculos da época cristã até aos dias atuais.”

Precisamos enxergar longe, pois o “IDE” de Jesus não discrimina nenhuma nação, raça ou cultura. Vale a pena realizar missões em obediência a ordem de Jesus, de fazer discípulos em todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.