Empreendedorismo, tendências e análises sobre economia, negócios, finanças, inovação, sustentabilidade, tecnologia, gestão e fé. Pode parecer estranho, mas publicações famosas e reconhecidas no mundo secular têm destacado o valor da espiritualidade. Recentemente, a revista “Business Week” apresentou como reportagem de capa “A Religião no Mercado de Trabalho”. Outra edição de “Fortune” trouxe como título “Deus e os Negócios”. Muitas outras publicações, incluindo o ” Wall Street Journal” e a revista “Forbes” também fazem referências ao valor do espiritual, mesmo num mundo competitivo como o que vivemos nos dias atuais.

Passamos a maior parte da vida envolvidos com aspectos materiais, tangíveis e visíveis, enquanto deixamos de considerar o verdadeiro valor do invisível, espiritual e eterno.

A ciência também já declara que estudos revelam o valor do espiritual para ajudar e promover o bem estar físico, mental e emocional para o ser humano, favorecendo inclusive a recuperação mais rápida de cirurgias e doenças.

Porém, em todos esses artigos, ainda que normalmente produzidos por “leigos”, fica claro a distinção entre religião e espiritualidade, pois ambos são totalmente distintos. A espiritualidade é pessoal e envolve o seu relacionamento com Deus.

O desafio deste tempo é o de cultivarmos uma vida espiritual baseada na Palavra de Deus e nos ensinamentos do Senhor, com oração, devoção e comunhão permanente com o Cridor e Sustentador da vida, para que experimentemos uma vida plena e abundante, pois como nos diz o próprio Deus: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” (Jeremias 29:13). Portanto, viva uma vida plena com Deus!