A população do mundo tem crescido assustadoramente nas últimas décadas. O ritmo de crescimento tem sido considerado acelerado quando comparado com as previsões anteriores mais otimistas, que tinham sido publicadas pela Organização das Nações Unidas e outros respeitados organismos internacionais.

Estudiosos constatam que ainda que casais estejam optando por terem menos filhos quando comparados com casais do passado, o crescimento populacional total tem surpreendido e requerido providências em vários setores da sociedade moderna, tais como: educação, urbanismo, saúde, comunicação e alimentação.

Um quadro muito interessante foi realizado, reduzindo a população mundial a uma pequena vila de 100 pessoas, com as devidas proporções, tendo como base os povos e população mundial atual. O resultando é que esta vila seria composta da seguinte forma: 57 Asiáticos; 21 Europeus; 14 Americanos (Norte, Centro e Sul); 8 Africanos. Desses indivíduos, 52 seriam mulheres; 48 homens; 70 não brancos; 30 brancos. Ainda teríamos o seguinte: apenas 6 pessoas controlariam 59% da riqueza do mundo inteiro; 80 pessoas viveriam em casas inabitáveis; 70 seriam analfabetos e 50 sofreriam de desnutrição.

Considerando esta perspectiva, descobrimos também o grande desafio da evangelização mundial, pois este quadro revela que nesta “vila mundial”, formada por 100 habitantes, apenas 30 seriam cristãos, enquanto 70 seriam não cristãos.

Observando esta micro simulação, diante da macro realidade mundial, somos desafiados a aumentarmos o contingente de missionários para os campos, se nos sentirmos desafiados com estes dados que retratam do nosso mundo.

Hoje, existem “mais de 2.200 povos que jamais foram sequer contatados por mensageiros do Evangelho da paz e 4 bilhões de pessoas não ouviram até hoje a mensagem do amor de Deus.” Ainda que muitos propaguem que é impossível alcançar este alvo, vale lembrar o que disse Martin Luther King:É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, do que sentar-se, fazendo nada até o final. Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder. Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver”.