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“O que planta e o que rega têm um só propósito, e cada um será recompensado de acordo com o seu próprio trabalho” (I Coríntios 3.8).

Hoje colhemos os frutos das sementes que foram plantadas no passado. Que tipo de frutos as futuras gerações colherão por causa das sementes que plantamos hoje?

É assim com respeito à fé. Quando estudamos a história da Igreja é possível nos emocionarmos com as vidas entregues por nossos antepassados para que hoje pudéssemos praticar a nossa fé e experiência com Deus. As sementes, muitas vezes plantadas à custa de dor, lágrimas e sangue, hoje florescem no jardim da história. Nós somos beneficiados com isto. Entretanto, nosso papel não é passivo, mas ativo, pois na medida em que colhemos e usufruímos dos frutos das sementes plantadas ontem, também lançamos sementes ao chão. Amanhã outros colherão.

Quero destacar duas coisas: a primeira é que devemos respeitar as vidas que se deixaram gastar por nós. Todas as vezes que vivemos um evangelho frouxo, desrespeitamos aqueles que muitas vezes regaram as sementes lançadas com o próprio sangue. Homens e mulheres que não se  recusaram a entregar a própria vida. E a segunda é que devemos dar nossa contribuição à humanidade lançando, à medida que caminhamos, as sementes da fé que professamos. Amanhã alguém colherá esses frutos e também há de crer em Jesus.

(Jease Costa)