O CARNAVAL DA MORTE

Carnaval… e beberam por eles o rei, os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. Beberam vinho, e deram louvores aos deuses de ouro, e de prata, de bronze, de ferro de madeira e de pedra”. Daniel 5:3,4

Foi com este tema que o ilustre Dr. Billy Graham deu início a um de seus sermões pregados na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1970, no estádio Maracanã.

O texto usado pelo pregador encontra-se no livro do profeta Daniel, quando o mesmo é chamado pelo rei Belsazar para interpretar a escrita que aparecera na parede do palácio, enquanto o soberano rei com os seus grandes, faziam festas com os utensílios trazidos de Jerusalém quando da deportação do povo.

Billy Graham comparava em seu sermão que aquela festa com bebidas, comidas, danças e orgias era uma abominação perante o Deus dos céus e que tudo aquilo havia entristecido o coração de Deus. Por estar na cidade maravilhosa, a capital brasileira do carnaval, o seu sermão foi muito direto, claro e o resultado foi milhares de pessoas se rendendo a Jesus como salvador e senhor de suas vidas.

Ouvi a fita cassete com o sermão pregado por Billy Graham. Preocupa-me o fato de que ainda hoje pessoas participam do carnaval da morte. Sem o saberem, ou mesmo sabendo, voluntária ou involuntariamente se lançam neste período do ano a folgar, carnalizar. É o carnaval a festa da carne, com todos seus apetites e prazeres desenfreados, muito diferente daquilo que Deus espera da criatura, do ser humano criado a sua imagem e semelhança.

Outras passagens bíblicas registram festas com resultados trágicos, como por exemplo, a do povo hebreu e o bezerro de ouro no deserto.

Neste período o que fazer? Fugir, retirar-se, aproveitar para se alimentar da palavra de Deus, estar em comunhão com os irmãos, orar, crescer na fé, recarregar as baterias espirituais nos dias de acampamento para então voltarmos falando para as pessoas sobre o que Deus nos fez nos últimos dias? O que fazer? Ficar em casa, descansar, relaxar, assistir uns filmes, assistir TV, dormir? O que fazer? Formar um bloco de evangélicos, sair na rua, testemunhar, salgar, evangelizar, confortar os frustrados das calçadas, consolar os desolados?

Acredito que poderemos ter pessoas praticando qualquer uma das três coisas acima. O importante é nos lembrarmos que como em qualquer outro período do ano, temos um compromisso com Deus de santidade e fidelidade ao Senhor.

                                     (Autor: Pastor Sérgio Nogueira)

Sobre Vitor Hugo Mendes de Sá

Vitor Hugo Mendes de Sá é casado com Linéa Dias Mendes de Sá e tem duas filhas: Juliana e Mariana. É pastor por mais de 34 anos, evangelista, formado em teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Tem cursos em clínica pastoral, capelania hospitalar, pós-graduação Latu Sensu em ciências políticas e educação(UNB), Liderança avançada pelo Instituto Haggai. É também, Bacharel em Direito(FDCI). Tem sido orador de conferências no Brasil e no exterior. Pastor da Primeira Igreja Batista na Penha-RIO. Autor dos livros: Orando com Propósito e Rompendo as Muralhas na Família, ambos publicados pela MK editora.
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