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Após uma abertura fantástica com criatividade, organização, sincronia nos movimentos e utilização de alto padrão de tecnologia, iluminação e queima de fogos, a cidade do Rio de Janeiro recebeu as olimpíadas de 2016.arcos

As críticas, como sempre, acontecem antes, durante e, com certeza, após a realização da mesma. Isso faz parte do jogo e ocorre no próprio país que recebe os jogos, além de parte da imprensa internacional. Isso sempre foi assim.

Nas olimpíadas do Rio de Janeiro, algumas curiosidades são destacadas. Serão distribuídas 306 medalhas no total; são 42 as modalidades de esporte em disputa;  ao todo, são 10.900 atletas de 204 países disputando medalhas; a vila olímpica é composta por 31 prédios residenciais, divididos em sete condomínios, e no total serão comercializados 7,5 milhões de ingressos, divididos em quatro categorias diferentes.

O significado de jogos olímpicos como estes, que acontecem a cada quatro anos em países e continentes diferentes, sempre tem como proposta unir as nações através do esporte, num clima de confraternização e alegria. Isso é muito bom para o mundo.

Para os atletas que se prepararam nos últimos anos e participam deste acontecimento, alguns sairão vitoriosos, outros decepcionados, tristes e frustrados, pois apesar de todo esforço e dedicação, não alcançarão o esperado.

Na olimpíada da vida, o quadro se repete, numa proporção infinitamente maior. Assim nos adverte a própria Bíblia: “Vários atletas correm, mas apenas um vence. Correr para vencer: é para isso que os bons atletas treinam duro. Eles fazem isso por uma medalha de ouro, que perde o brilho e o valor… eu estou correndo a toda velocidade rumo à linha de chegada. Estou dando tudo de mim, para receber uma medalha que dura para sempre. Por isso corro direto para a vitória final.” (I Coríntios 9.24-27 – A Mensagem).

A Grécia antiga era conhecida pelos famosos jogos. Na cidade de Corinto todos conheciam bem a liguagem dos esportes. O Apóstolo Paulo usa esta figura para ilustrar e chamar a atenção para o fato de que a mera apresentação na largada não basta. É preciso levar a corrida com todo empenho até o alvo.

Na “Olimpíada da vida” o desafio é fazer assim como relata Paulo acerca de si mesmo quando declarou em Filipenses 3.12: “Amigos, não me entendam mal: não me considero um especialista no assunto, mas olhando para o alvo, para onde Deus nos chama – para Jesus. Estou correndo e não vou voltar atrás.