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No mês da criança, a matéria apresentada no Fantástico da Globo, no domingo (08/10/17), foi uma preparação para a lavagem cerebral na sociedade. Um verdadeiro show de imagens e depoimentos de “especialistas”, querendo convencer a todos contra os valores familiares, a criação dos filhos e os valores éticos e espirituais, envolvendo uma produção quase que cinematográfica com belas palavras, chavões e uma trilha sonora comovente e até mesmo envolvente.

Mais uma vez, o convencimento de ideologia de gênero entrou em cena. A matéria mostra pais que declaram deixarem seus filhos livres para serem o que quiserem, por entenderem que, com suas atitudes, favorecerão para que os mesmos sejam felizes e por isso mesmo não definem para eles que existem brinquedos nem modos de agir específicos de meninos e de meninas.

A reportagem mostra meninos se vestindo de meninas, numa atmosfera inocente e  aparentemente alegre, procurando iludir, enganar e manipular os telespectadores desavisados do perigo. Em determinado momento, aparece uma “especialista” que, sem nenhuma autoridade e fundamentação de princípios morais, procura falar naturalmente sobre a questão.

Precisamos cuidar dos nossos filhos e das nossas crianças, pois a orientação Bíblica é clara: “Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele” (Provérbios 22.6).  Pesquisas revelam que 85% das atitudes das pessoas adultas, em relação a Deus, aos padrões comportamentais, à igreja e à Bíblia, são desenvolvidas na idade pré-escolar.

Hoje existe uma orquestração diabólica, para deturpar os valores criados por Deus e estabelecidas na sua Palavra. O propósito é destruir a família e jogar no lixo os conceitos espirituais, morais e familiares. A estratégia hoje é usar o que tem sido denominado de “arte moderna”, como aquela mostrada no Queer Museu e apoiada pelo Santander, que apresentou uma exposição maldosa e agressiva, tentando descontruir os valores e símbolos do cristianismo, fazendo uma apologia à pedofilia e à zoofilia.

O mesmo aconteceu no La Bête do MAM/SP, que agora, diante da reação da sociedade, quer justificar que no cenário, não houve estímulo à pedofilia (mesmo com o envolvimento de uma criança), fazendo uma comparação intelectualmente desonesta e injustificável de que os mais renomados artistas retratavam nudez em seus quadros. Há uma grande diferença entre obras de arte e o naturalizar a nudez, preparando o terreno para a pedofilia.

Considerando isso, fica evidente a existência de uma campanha orquestrada contra as crianças e o cristianismo, ocorrendo, em menos de duas semanas em Porto Alegre e depois São Paulo. Houve ainda tentativa no Rio de Janeiro e agora, em Belo Horizonte.

A população é majoritariamente contra a pedofilia, zoofilia e o desrespeito aos verdadeiros valores. Não podemos admitir em nossa sociedade a implantação de conceitos que destroem os valores morais, éticos e espirituais estabelecidos pelo próprio Deus para a família na criação dos seus filhos.

Billy Graham declarou que “o lar deve ser em si próprio um abrigo seguro, um tipo de escola na qual se aprende as lições básicas da vida, um tipo de igreja na qual Deus é honrado.