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Ultimamente surgiram vários serviços de monitoramento, que existem para checarem a veracidade das notícias que são publicadas e que podem apresentar conteúdos duvidosos. Pena que estes serviços nem sempre são transparentes e sinceros consigo mesmos em suas avaliações sobre o que é fake e o que é fato – falso ou verdadeiro.

O mesmo acontece na nossa vida. A cada dia conceitos sociológicos tem definido para esta sociedade pós-moderna, que se caracteriza pelo progresso científico, crises ideológicas e conceituações culturais, as quais marcam o mundo desde o final do século passado.

Fica cada dia mais comum ouvir discursos de segmentos e de alguns indivíduos que insistem em se apresentar como “elites, celebridades e intelectuais”, considerando-se portadores de um pensamento moderno, cultural e progressista, sempre ditando regras sobre o que é certo e errado – ou o que é fato ou fake, para a população mundial. Dessa forma indicam intenção de impor uma conduta política, ideológica, cultural e até espiritual sem considerar a ética, a moral e a verdade na vida. Defendem o “politicamente correto ou aceitável”, mas que nem sempre é a verdade!

Com esta atitude, procuram esconder as suas próprias frustrações pessoais, familiares e sociais, numa tentativa de demonstrar uma aparente, plena e total realização ou satisfação de vida, que eles mesmos, lá no fundo, sabem que não experimentam, querendo assim, tampar “o sol com a peneira”. É como se o ignorar e o desconsiderar Deus de suas vidas e da família, não fizesse nenhuma diferença. Será mesmo? – Já foi dito que: “Para quem tem uma vida cheia de máscaras, o Halloween só serve de atalho.” – Viva uma autêntica vida. Não faça da sua vida um fake, mas aceite o fato real: Tire a máscara e renda-se a Deus!