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A “cultura do carnaval” insiste em associar o carnaval à vida, à liberdade, à alegria e até ao amor, entre outros.

Não é necessário ter muito discernimento para identificar o carnaval como exatamente o contrário de tudo aquilo que a respeito dele se propaga na mídia, particularmente no Brasil.

O carnaval não é vida para o PAÍS, pois a nação fica asfixiada por vários dias, em função de um feriado que paralisa todos os setores, trazendo sérios prejuízos a economia nacional, o que não acontece em nenhum outro país sério do mundo. Isso torna-se mais grave ainda, quando se constata que a grande maioria dos brasileiros não participa efetivamente do carnaval, ainda que o mesmo consiga reunir multidões de foliões pelo país afora.

O carnaval não é vida para as FAMÍLIAS, pois neste período, por conta da libertinagem, da promiscuidade e da própria carnalidade, pois carnaval é “festa da carne”, muitos lares são destruídos, famílias perdem seus queridos nos acidentes e nas brigas ocasionadas pelo consumo de bebidas alcoólicas. Isso sem relatar o consumo desenfreado de drogas ilícitas.

O carnaval não é vida para NINGUÉM, nem mesmo e principalmente para aqueles que dele participam com a justificativa da alegria, da liberdade e do prazer. Coitados, vivem a ilusão de dias que parecem vida, mas tudo termina em cinzas. Gastam e se endividam financeiramente com o que não possuem; muitos adquirem doenças e aniquilam a saúde para sempre; em nove meses as vidas que não forem abortadas, vão nascer sem conhecerem seus pais, etc, etc…

Se carnaval não é vida, a conclusão é lógica. Não é nem preciso usar argumentações Bíblicas, Teológicas e Espirituais!